COMO CONVERSAR SEM CRIAR ATRITO?

COMO CONVERSAR SEM CRIAR ATRITO?

O adolescente é por natureza rebelde em seus atos, havendo um porque desta atitude, pois se espera que este consiga se desprender de sua família, de uma maneira saudável, indo a busca de uma profissão, de uma namorada, de seu grupo de relacionamento social entre outros, atingindo assim sua vida adulta.

Este ritual de passagem, acaba por ser quebrado, quando o jovem passa a consumir drogas e se torna um dependente, ocorrendo distorções no aspecto cognitivo e comportamental do jovem, que busca sua autonomia, porém, obrigando os pais a darem o que deseja, sem conversas ou questionamentos.

Estas são as atitudes que entendemos como sendo disfuncionais e, que muitas vezes são deixadas de lado, através de atitudes de indulgência dos pais, que acreditam que esta “fase” passará magicamente, após uma pequena atitude positiva por parte do adolescente.

Há a necessidade de se manter um diálogo aberto e honesto, assim que se detecta o problema, buscando solucioná-lo através do estabelecimento de regras que devem ser seguidas pela família delimitando-se o que é permitido e deixando claro o que não é aceito, mencionando consequências e as fazendo cumprir, caso as regras sejam quebradas.

Esta conversa nunca é fácil, e no caso de um dependente químico, o melhor é esperar que esteja calmo e sem estar sob o efeito da droga.

Após o diálogo, não ocorrendo as mudanças necessárias, um profissional deve ser procurado para avaliar o caso e orientar melhor a família.

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