TRISTEZA PROFUNDA NÃO É NECESSARIAMENTE DEPRESSÃO

TRISTEZA PROFUNDA NÃO É NECESSARIAMENTE DEPRESSÃO

A busca incessante pela felicidade nos faz desaprender a lidar com sentimentos tão importantes quanto a alegria, a satisfação entre outros tantos tidos como positivos.

A tristeza também é um sentimento humano e necessário, mas que tentamos ignorar a todo o custo e, quando não conseguimos evitá-la, nos autodenominamos “depressivos”.

Existe uma diferença entre a tristeza e a depressão, que são avaliadas pelo profissional antes de se iniciar um tratamento medicamentoso, sendo muitas vezes mais efetivo a terapia à medicação.

Precisamos entender e vivenciar a tristeza para valorizar e preservar a alegria das pequenas conquistas. O desanimo, a tristeza, servem como sinalizadores de que nossa energia está baixa, necessitando ser recarregada através de um período – curto -, de reflexão e planejamento sobre novas estratégias de enfrentamento, necessárias em nosso dia a dia.

Estamos acostumados a arrumar soluções rápidas para os nossos males, deixando de refletir sobre a causa de nossos sintomas e os extirpando de nossas vidas através da mudança de hábitos nocivos, fazendo com que nossos sofrimentos (físicos e emocionais) se cronifiquem e nossa dependência de laboratórios químicos aumentem.

O importante é nos autoconhecermos, aprendendo a lidar com as inúmeras nuances de nossas emoções que nada mais fazem que colorir e quebrar a monotonia de nossa existência, desde que saibamos ler corretamente a mensagem por elas transmitidas e então nos transformar a cada dia de nossa evolução humana.

Elizabeth Cristina Hiller
Psicóloga – CRP 06/58.203

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